Em Portugal, quase todas as empresas de transfers gerem motoristas, reservas e preços por WhatsApp e folhas de Excel. Funciona — até deixar de funcionar. Veja o que essa forma de trabalhar custa de verdade e como se compara com um software de gestão de transfers.
O WhatsApp é prático e toda a gente já o tem no bolso. Por isso é natural que se torne a ferramenta de trabalho das empresas de transfers: grupos com os motoristas, mensagens com as moradas, prints de confirmações, e uma folha de Excel à parte para os preços e as contas do mês.
O problema aparece quando a operação cresce. Com 2 ou 3 motoristas dá para gerir. Com 8, 10 ou 20, as mensagens perdem-se, os serviços sobrepõem-se, os hotéis ligam a toda a hora e o fecho do mês passa a ser uma reconstrução manual a partir de centenas de conversas. O caos cresce mais depressa do que a frota.
A mesma operação, gerida de duas formas. A diferença está nos detalhes que custam tempo e dinheiro.
A migração não significa abandonar o telemóvel. Os motoristas continuam a trabalhar do telemóvel — mas com uma app feita para o trabalho, onde recebem os serviços do dia e atualizam o estado com um toque. O que muda é tudo o que estava invisível: a vista da operação inteira, os preços corretos, a faturação automática e os parceiros a inserir reservas sozinhos.
O Elitra Driver foi desenhado precisamente para o mercado português — Algarve, Lisboa e todo o país — com faturação Moloni, tracking de voos de Faro e Lisboa e um portal para hotéis e agências. E, ao contrário de outras soluções, não cobramos taxa de instalação.
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